No mundo de hoje, onde a velocidade das mudanças é a única constante, a palavra “empreender” ganhou um significado muito mais amplo e profundo do que simplesmente abrir uma empresa. Esqueça a ideia de que empreendedorismo é um privilégio para poucos, ou que se resume a um CNPJ e um balancete no final do mês. Não, meus amigos! Empreender é um estado de espírito, uma #Atitude diante da vida que nos impulsiona a construir, a inovar, a transformar.
Como bem disse Jean Cocteau, “Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez.” Essa frase, que tanto me inspira, encapsula a essência do que é #FazerAcontecer. É sobre enxergar um problema, uma necessidade, um “vazio” – seja na sua comunidade, no mercado ou até mesmo na sua própria vida – e ter a atitude de buscar uma solução, de criar algo novo, de investir sua alma e seus recursos para gerar um #Impacto positivo.
Pense comigo: você pode empreender ao fundar uma startup de tecnologia que revoluciona um setor, sim. Mas também empreende a mãe que organiza a festa de aniversário do filho, o voluntário que dedica seu tempo a um projeto social, o grupo de amigos que revitaliza uma praça do bairro, ou até mesmo o profissional que, dentro de uma grande corporação, propõe e implementa uma nova metodologia de trabalho. Tudo aquilo que você constrói com as suas próprias mãos, da base, tijolinho por tijolinho, com propósito e paixão, é um empreendimento. É a sua realização!
A inquietude que move o mundo: empreendedorismo e sociedade
Empreender, na sua forma mais pura, é sobre entregar valor. É sobre olhar para o próximo, para a sociedade, e perguntar: “Como posso tornar isso melhor? Como posso #FazerAcontecer uma mudança significativa?” E aqui, muitas vezes, surge a dúvida: “Mas isso não é caridade? Não posso ter lucro com o que faço?”
E eu respondo com a convicção de quem já viu muitas histórias se desenrolarem: uma coisa não anula a outra! Pelo contrário, quando o propósito social e a sustentabilidade financeira caminham juntos, a magia da realização e do empreendedorismo se potencializam. É perfeitamente possível construir um negócio que gere renda, que seja lucrativo, e que, ao mesmo tempo, entregue benefícios reais à sociedade. Aliás, na minha visão, esse deveria ser o mote principal de qualquer empreendimento. O dinheiro, o lucro, a conquista material, surgem como uma consequência natural e merecida de um trabalho bem-feito, feito com alma e trazendo impacto. Ele não pode ser o único motivo para a ação, mas sim um dos prêmios da sua realização.
O Setor 2.5: onde o coração e o bolso se encontram
Hoje, o mundo dos negócios está cada vez mais consciente de que o sucesso não se mede apenas em cifras. Fala-se muito no “setor dois e meio”, nos “empreendimentos sociais” ou nos “negócios de impacto”. O que são eles? São empresas que nascem com uma missão clara: solucionar um problema social ou ambiental (como moradia, educação, saúde, acesso à água, inclusão digital).
A grande sacada é que esses empreendimentos são financeiramente auto sustentáveis. Eles não dependem exclusivamente de doações ou de auxílio governamental. Geram suas próprias receitas, cobrem seus custos e, o mais importante, reinvestem o lucro na ampliação do seu próprio impacto social. O investidor recupera seu capital, mas o foco principal não é a distribuição de dividendos, e sim a evolução contínua da causa que defendem.
O sucesso, nesse modelo, é mensurado não apenas pelo faturamento, mas pela transformação que geram na vida das pessoas ou no meio ambiente. É a realização de um sonho coletivo, onde cada passo é um tijolinho na construção de um mundo mais justo e equitativo. É a prova de que a #Inspiração, aliada à #Atitude, pode sim #FazerAcontecer milagres.
Por onde começar?
Se você sente essa inquietude, essa vontade de construir algo, de deixar sua marca, mas não sabe por onde começar, não se preocupe! O caminho do #FazerAcontecer é uma jornada de aprendizado e persistência. Segundo dados recentes, o Brasil continua sendo um celeiro de novos negócios, com milhões de empreendedores surgindo a cada ano. Isso mostra que a vontade de construir é inerente ao nosso povo!
Aqui estão algumas dicas, um “mapa da mina” para você começar a traçar sua rota e seu propósito:
- Problemas e oportunidades: onde a incomodação vira solução
- Analise seu entorno, seu bairro, sua cidade, ou o nicho de mercado que te interessa. Quais são os “espinhos” que te incomodam? O que precisa de melhoria? O que ainda não existe, mas que, se existisse, facilitaria a vida das pessoas? Como sempre digo, “é preciso ‘gostar’ de se incomodar!” A incomodação é o ponto de partida para a criatividade e a inovação. Pense em como o surgimento de aplicativos de entrega de comida resolveu um problema de conveniência e gerou um novo mercado, por exemplo.
- Analise seu entorno, seu bairro, sua cidade, ou o nicho de mercado que te interessa. Quais são os “espinhos” que te incomodam? O que precisa de melhoria? O que ainda não existe, mas que, se existisse, facilitaria a vida das pessoas? Como sempre digo, “é preciso ‘gostar’ de se incomodar!” A incomodação é o ponto de partida para a criatividade e a inovação. Pense em como o surgimento de aplicativos de entrega de comida resolveu um problema de conveniência e gerou um novo mercado, por exemplo.
- Segmento de atuação: onde está o seu foco?
- Com tantos problemas e necessidades, em qual área você realmente quer mergulhar? Sua alma se conecta com qual causa? Educação, saúde, finanças, moradia, sustentabilidade? Ter um foco claro é essencial.
- Com tantos problemas e necessidades, em qual área você realmente quer mergulhar? Sua alma se conecta com qual causa? Educação, saúde, finanças, moradia, sustentabilidade? Ter um foco claro é essencial.
- Público-alvo: conheça as pessoas que você quer impactar
- Não basta identificar o problema. Você precisa conhecer as pessoas que o vivenciam. Quem é o seu público? Quais são seus sonhos, suas dores, seus hábitos? Você pode ter a ideia mais brilhante do mundo, mas se ela não ressoar com quem você quer ajudar, ela não vai #FazerAcontecer. O relacionamento é a chave aqui. Converse, observe, ouça ativamente.
- Não basta identificar o problema. Você precisa conhecer as pessoas que o vivenciam. Quem é o seu público? Quais são seus sonhos, suas dores, seus hábitos? Você pode ter a ideia mais brilhante do mundo, mas se ela não ressoar com quem você quer ajudar, ela não vai #FazerAcontecer. O relacionamento é a chave aqui. Converse, observe, ouça ativamente.
- Analise a concorrência: aprender com quem já está no jogo
- Existem outros “jogadores” no campo que você quer entrar? Se sim, como eles atuam? Quem eles atendem? O que fazem bem e onde falham? Isso não é sobre copiar, é sobre aprendizado. É o “benchmark” que nos permite evoluir. Como você pode se diferenciar, agregar mais valor e #FazerAcontecer de um jeito único? Lembre-se: “O sucesso é a soma de pequenos esforços repetidos dia após dia, enquanto o fracasso é o resultado da soma de pequenos erros ignorados.” (Robert Collier)
- Existem outros “jogadores” no campo que você quer entrar? Se sim, como eles atuam? Quem eles atendem? O que fazem bem e onde falham? Isso não é sobre copiar, é sobre aprendizado. É o “benchmark” que nos permite evoluir. Como você pode se diferenciar, agregar mais valor e #FazerAcontecer de um jeito único? Lembre-se: “O sucesso é a soma de pequenos esforços repetidos dia após dia, enquanto o fracasso é o resultado da soma de pequenos erros ignorados.” (Robert Collier)
- Necessidades: os recursos tangíveis e intangíveis
- Agora que sua ideia está tomando forma, é hora de pensar nos recursos. Quais produtos/serviços, insumos, equipamentos você precisará? Qual o investimento financeiro inicial? De onde virá esse capital? Você pode começar em casa ou precisa de um espaço físico? E, mais importante, quais são os seus recursos intangíveis? Suas habilidades, seu relacionamento, sua criatividade, seu tempo, sua persistência? Como sempre digo, é possível sim realizar nossos sonhos sem alguns recursos tangíveis, desde que exploremos os recursos intangíveis ao máximo.
- Agora que sua ideia está tomando forma, é hora de pensar nos recursos. Quais produtos/serviços, insumos, equipamentos você precisará? Qual o investimento financeiro inicial? De onde virá esse capital? Você pode começar em casa ou precisa de um espaço físico? E, mais importante, quais são os seus recursos intangíveis? Suas habilidades, seu relacionamento, sua criatividade, seu tempo, sua persistência? Como sempre digo, é possível sim realizar nossos sonhos sem alguns recursos tangíveis, desde que exploremos os recursos intangíveis ao máximo.
- Valide sua ideia: teste, aprenda, adapte
- Sua ideia pode ser incrível na sua cabeça, mas o mundo real tem suas próprias regras. Realize pesquisas, faça protótipos, converse com potenciais usuários. Pode ser que sua proposta precise de ajustes, ou que surjam novas percepções para melhoria. Não tenha medo de errar; tenha medo de não tentar. Afinal, feito é melhor que perfeito – comece com o que você tem, valide, e depois aprimore.
- Sua ideia pode ser incrível na sua cabeça, mas o mundo real tem suas próprias regras. Realize pesquisas, faça protótipos, converse com potenciais usuários. Pode ser que sua proposta precise de ajustes, ou que surjam novas percepções para melhoria. Não tenha medo de errar; tenha medo de não tentar. Afinal, feito é melhor que perfeito – comece com o que você tem, valide, e depois aprimore.
- Capacitação e informação: nutra sua evolução
- Mesmo com a melhor das intenções, nem sempre temos todo o conhecimento necessário. Busque informações em fontes qualificadas, faça cursos, workshops. O aprendizado contínuo é o combustível da evolução. Instituições como o Sebrae e o Instituto Filantropia são excelentes pontos de partida para quem quer se aprofundar no empreendedorismo e impacto social.
- Mesmo com a melhor das intenções, nem sempre temos todo o conhecimento necessário. Busque informações em fontes qualificadas, faça cursos, workshops. O aprendizado contínuo é o combustível da evolução. Instituições como o Sebrae e o Instituto Filantropia são excelentes pontos de partida para quem quer se aprofundar no empreendedorismo e impacto social.
- Faça networking: o poder do relacionamento
- Já dizia um sábio guru: Você não precisa saber de tudo, mas precisa ter o WhatsApp de quem sabe! O relacionamento é o alicerce da alma de qualquer empreendimento. Conhecer pessoas, trocar ideias, formar parcerias estratégicas é vital. Crie oportunidades para se conectar com quem te inspira.
Seja genuíno, ofereça valor antes de pedir, e lembre-se: “Gentileza gera gentileza”. O relacionamento é uma via de mão dupla, onde a troca de energia e conhecimento impulsiona a todos.
- Já dizia um sábio guru: Você não precisa saber de tudo, mas precisa ter o WhatsApp de quem sabe! O relacionamento é o alicerce da alma de qualquer empreendimento. Conhecer pessoas, trocar ideias, formar parcerias estratégicas é vital. Crie oportunidades para se conectar com quem te inspira.
- Plano de negócio: sua meta no papel
- Com todas essas informações, é hora de colocar sua meta no papel. Crie um plano de negócio claro e objetivo. O que você pretende #FazerAcontecer no curto, médio e longo prazos? Como? Com qual finalidade? Como você vai mensurar o desempenho?
Use a metodologia SMART (Específico, Mensurável, Alcançável, Relevante, Temporal) para dar clareza e direção aos seus objetivos. E não se esqueça do FCS (Fator Crítico de Sucesso): o que pode dar errado? Quais são seus Planos B, C e D? Seja pessimista no planejamento para ser otimista na execução!
- Com todas essas informações, é hora de colocar sua meta no papel. Crie um plano de negócio claro e objetivo. O que você pretende #FazerAcontecer no curto, médio e longo prazos? Como? Com qual finalidade? Como você vai mensurar o desempenho?
- Formalize seu negócio: dando estrutura ao seu sonho
- Quando seu projeto começar a ganhar corpo, a formalização é um passo importante. Obter um CNPJ, mesmo que como Microempreendedor Individual (MEI), pode abrir portas para emissão de notas fiscais, acesso a fornecedores com melhores condições e, claro, dar mais credibilidade ao seu trabalho.
- Quando seu projeto começar a ganhar corpo, a formalização é um passo importante. Obter um CNPJ, mesmo que como Microempreendedor Individual (MEI), pode abrir portas para emissão de notas fiscais, acesso a fornecedores com melhores condições e, claro, dar mais credibilidade ao seu trabalho.
A magia está em você: Bora #FazerAcontecer!
Empreender é uma jornada, não um destino. É um ciclo constante de #Sonho, #Alma, #Meta e #Prêmio. É a persistência diante dos fracassos, o aprendizado com os erros, a criatividade para improvisar e a atitude para seguir em frente, mesmo quando o caminho parece incerto.
Não espere a perfeição; comece com o que você tem. Não se limite ao que é óbvio; explore o invisível, o intangível. Não se contente com a média; busque a excelência e o impacto. A magia de #FazerAcontecer não é um truque; é a sua capacidade de transformar inspiração em realização.
Então, o que você está esperando? Levante a cabeça, enrijeça seu esqueleto e infle sua alma. Sacuda suas roupas a fim de largar para trás aquelas migalhas do passado que não lhe servem mais. Aproveite para tirar dos bolsos aquelas mágoas e rancores, jogando para bem longe de ti. Aproveite para pedir perdão e ser perdoado. Encha sua boca de compaixão, seu coração de amor, seu abraço de carinho, seus olhos de respeito e…
…bora #FazerAcontecer, pois quem fica parado é poste!
Bora #FazerAcontecer com o Zeppa? Conheça mais em: www.zeppa.com.br
Marcio Zeppelini, mais conhecido como ZEPPA, é empresário, empreendedor social e palestrante. Autor do livro “A Magia de #FazerAcontecer”. É CEO da Rede Filantropia, diretor-executivo da Zeppelini Publishers e CMO da G&F Projetos de Impacto.


